Foto: Ana Torres / Sede-MG)

Varginha é a estrela das exportações de Minas Gerais!

Varginha se consolidou como o principal polo de exportação do estado de Minas Gerais no primeiro trimestre de 2026, alcançando um volume impressionante de US$ 768 milhões em vendas ao exterior. Este desempenho não só impulsionou o superávit do estado, que registrou US$ 5,7 bilhões no período, mas também reforçou a importância estratégica da cidade na balança comercial mineira.

Protagonismo Regional
Varginha ocupou a liderança entre os 241 municípios mineiros que comercializaram produtos com o mercado externo entre janeiro e março. A cidade contabilizou 8,2% de todas as exportações estaduais, superando outras importantes cidades como Nova Lima (7,2%) e Paracatu (6,8%). Isso demonstra a capacidade de Varginha em transformar a produção local em resultado econômico de grande escala.

O Café como Pilar
O café é o produto de maior peso na pauta exportadora mineira, contribuindo com US$ 757,9 milhões em março, o que representa 21,7% do total vendido pelo estado. Essa relevância do grão é fundamental para o sucesso das exportações e para a posição de Minas Gerais como um dos maiores exportadores do Brasil, detendo 11,1% das vendas nacionais no mês de março.

Mercados Globais e Estratégias
A diversificação dos produtos é crucial para o sucesso das exportações. Além do café, minério de ferro, ouro, soja e ferro-ligas foram destacados, atingindo 157 mercados internacionais. A China continua sendo o principal destino das mercadorias, absorvendo 32,8% do volume exportado. O sucesso tem sido potencializado pela resiliência dos empreendedores e pelo Plano Estadual de Comércio Exterior, que busca a expansão para novos mercados, como Palestina e Senegal.

Fluxo Comercial Integrado
Enquanto as exportações mostram um forte crescimento, o fluxo comercial de importações mineiras revela uma vocação industrial mais concentrada em outras regiões. No acumulado do trimestre, o estado importou US$ 4,5 bilhões, concentrando o foco em veículos, automóveis e produtos farmacêuticos. Municípios como Extrema lideraram a entrada de produtos estrangeiros com 15,9% de participação, evidenciando um fluxo comercial integrado e dinâmico em Minas Gerais.

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